Trofa Digital: a líder dos aldrabões está desesperada

por João Mendes 0

Depois de verem exposta a sua desonestidade crónica e desrespeito pelos trofenses, pela enésima vez e uma vez mais desarmados e sem resposta, as personagens que controlam a página líder do concelho e arredores no que diz respeito a mentiras e plágios reagiram com o normal desespero de quem não tem um único argumento. De quem é apanhado com a boca na botija e não tem como esconder as suas mentiras. E poucas coisas são tão belas como apanhar um aldrabão desarmado, a fazer estas figuras, na esperança de escapar ao seu trágico destino.

A fraude digital continua a insistir nas suas estatísticas inventadas e baseadas exclusivamente em “gostos” comprados, continua a falar de uma preferência que não pode provar e que é negada pelos números das ferramentas mais elementares de análise estatística do Facebook, mantém o plágio, quase na íntegra, da notícia publicada pela Cidade Hoje para apresentar os seus resultados de 2017 e não se fica por aqui. Decidiram enterrar-se mais um bocado.

Começam por citar um comunicado que não está publicado em lado nenhum, de uma administração que ninguém conhece e que pode muito bem ser composta exclusivamente por personagens fictícias como o seu antigo jornalista e director, Paulo Carvalho. Estúpido demais para que qualquer pessoa com dois dedos de testa engula.

Seguem, citando o comunicado que não existe, falando em guerras políticas, das quais fizeram e continuam a fazer parte, e pelas quais deram o litro meses a fio com apelos ao voto, ataques aos adversários e glorificação do executivo no poder, como bons lambe-botas que são,  algo que foi gratificado com o tratamento de excepção que lhes é dado pela autarquia controlada pelo executivo Sérgio Humberto.

Têm a lata de falar em crónicas de autores disfarçados, seja lá isso o que for, apesar da tentativa de aldrabar os trofenses com jornalistas e directores que não existem, conselhos de administração que não existem, patrocinadores que não existem e do palco que deram a um testa-de-ferro que dava a cara por crónicas que não escrevia e que foi saneado quando deixou de ser útil. Falam em pessoas compradas quando o que circula na Trofa é que pessoas próximas do poder, ou nele, lá despejaram os milhares de euros usados para a compra de “gostos”. Falam em pessoas por trás do computador, quando ninguém sabe quem são os elementos da Trofa Digital, ou sequer se existem, e falam em crónicas miseráveis quando, no final de 2015, quando decidiram abrir esta espelunca, me vieram pedir para escrever crónicas para este embuste. Queres que partilhe a conversa em que fizeste o pedido, Ricardo? Ou vais continuar escondido atrás dos teus perfis falsos de Facebook como sempre fizeste?

O blogue …e a Trofa é minha é feito e gerido por pessoas sem ligações ao poder, que já cá andavam ainda o vosso adorado e querido líder nem na Assembleia Municipal tinha lugar, e não precisa de dinheiro para nada porque, ao contrário dos caríssimos, não vive de esquemas nem precisa de comprar “gostos” para aldrabar os seus leitores. Os seus autores vivem do fruto do seu trabalho e não de avenças ou ajustes directos.

Mais: quanto a essa tentativa frustrada de nos tentar colar ao PS, que os vossos chefes já tentaram no passado, com melhor argumentação, mas sem sucesso, basta-me dizer que houve um tempo em que era dos vossos chefes e colegas de partido que nos chegavam os elogios e palavras de incentivo, ao passo que o PS nos acusava de estar a soldo do PSD. Vocês são tão fracos, tão básicos e tão secundários que não perceberam que o prazo de validade desse argumento já expirou. Quanto ao NT, a nossa ligação é tão estreita e forte que devo ter falhado mais de metade das entregas de textos nos últimos 3 ou 4 meses. Mas já que estão tão convencidos do que dizem, já que falam em certezas, porque não apresentam provas das vossas acusações? Não é preciso responder, eu faço isso por vocês: porque são apenas mais mentiras e porque vocês têm zero provas dessas acusações patéticas e desesperadas, normais de quem se sente encostado às cordas. Por falar em encostado às cordas, o vosso silêncio sobre as acusações factuais que vos são feitas são prova suficiente de que calaram e consentiram. Porque se fossem mentira, vocês não perderiam tempo com um comunicado patético e correriam para provar que a razão está do vosso lado. Não está. Do vosso lado está a mentira e pouco mais.

Mas numa coisa vocês têm razão. Eu perco tempo convosco. Mas considero-o bem empregue. Não que o vosso “trabalho” me traga algo de novo, afinal são só plágios e banalidades, mas poucas coisas me dão tanto gozo com desmascarar esquemas políticos desonestos. Poucas coisas me dão tanto gozo como apanhar um bando de aldrabões com as calças na mão, de bico calado enquanto exponho os vossos plágios, a vossa censura, a vossa publicidade trapaceira da Vodafone que nunca aconteceu, os vossos jornalistas e afins que não passam de personagens de ficção, criadas para gerar “gostos” e aldrabar as pessoas, a vossa proximidade ao poder cujas botas tão bem lamberam durante a campanha eleitoral e outras coisas que estão para vir, tipo o concurso do postal de Natal.

Ui?

A sério?

Não me digas que não lhes contaste sobre o postal de Natal!

Não me digas que a ideia que plagiaste ao NT teve uma participação tão fraca que o vencedor foi um desenho que na verdade não é desenho nenhum, mas um postal de Natal sacado do Google. Até numa coisa destas a aldrabice está à solta. É preciso não ter vergonha na cara.

É isto que vocês são: uma fraude. Uma fraude que uma vez se tentou fazer passar por jornalista do NT para filmar uma senhora, acabada de ser atropelada, por estar a incomodar a vítima e isso revoltar que por ali estava. Uma fraude capaz de manipular um concurso de postais de Natal e plagiar um postal feito em 2010. Uma fraude capaz de usar crianças para se vingar de um ex-colaborador farto de aturar merdas. Uma fraude que cria perfis falsos para atacar quem incomoda o chefe. Uma fraude que se diz isenta, mas que não hesita em fazer campanha por quem lhe passa a mão no pelo. Uma fraude que transformou um perfil falso de Facebook em jornalista e, posteriormente, em director. Uma fraude plagia notícias, estatutos, declarações de interesses e até informação sobre o desempenho estatístico da página. A sério que nem para escrever os vossos próprios textos servem?

Vá, não se esqueçam de mandar a página abaixo outra vez, para limparem o postal de Natal e os plágios do dia, e por favor não nos neguem o prazer de mais um comunicado patético, que a malta precisa de rir e sempre dá algum sentido à vossa existência fraudulenta. Da minha parte fica o compromisso de trazer aqui mais algumas aldrabices vossas. São tantas que dá para passar todo o ano de 2018 nisto.

João Mendes

Radicalmente contra todas as formas de instrumentalização dos recursos públicos em função dos apetites partidários e com um apetite insaciável pela desconstrução de mentiras e outros embustes que nos são diariamente oferecidos pelas elites dirigentes, a minha luta é por um concelho da Trofa mais transparente, mais íntegro e no sentido da evolução contínua, onde o poder cuja função é servir-nos pode e deve ser questionado. Das pessoas para as pessoas, sem medo nem clientelas.

Comentários

  1. Sónia  Ferreira

    Em primeiro lugar quero te dar os parabéns João Mendes por mais um texto tão bem feito com a verdade e apenas a verdade . eu Sónia Ferreira só quero deixar aqui um dos exemplos de muitas verdades aqui ditas pelo João Mendes .. para muita gente não é novidade de que eu fui colaboradora da tal Trofa Online à um ano a trás não conhecendo eu quem era estas peças!! e posso afirmar aqui que este fulano chamado Ricardo da Trofa Digital na altura que eu colaborava com ele passava a vida a mandar-me mensagens para eu colocar links nas coisas que ele publicava na pag. muitas das vezes até me passava com tanta insistência dele para comigo e outros colaboradores para estarmos sempre a colocar os links . Eu teria muito mais aqui a dizer sobre estas verdades que o João Mendes aqui escreveu mas infelizmente não posso porque será a minha palavra contra a desta cambada de aldrabões que não são nada poucos vos garanto ! isto é pior do que uma ceita da igreja universal :)

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