Sobre o alegado processo movido por Ricardo Teixeira contra a minha pessoa

por João Mendes 0

Segundo Ricardo Teixeira, apresentado em três publicações da página Trofa Digital subordinadas ao caso em questão como “antigo director da antiga página (Trofa Online)”, sou arguido num caso que, alegadamente, já decorre em tribunal, e estou acusado dos crimes difamação em praça pública, calúnias e injúrias, crimes esses que terão sido cometidos em crónicas publicadas neste blogue. Curioso que Ricardo Teixeira fale na terceira pessoa, quando (pelo menos) a primeira publicação sobre este caso, datada de 11 de Janeiro e que pode ser vista em cima, foi publicada pelo próprio Ricardo Teixeira na página Trofa Digital. Para quem não aparece na ficha técnica e se apresenta como "antigo director da antiga página", Ricardo Teixeira continua a ter acesso privilegiado à gestão e edição da Trofa Digital, o que não deixa de ser interessante e revelador.

Apesar da insistência do alegado queixoso, cuja página da qual é "antigo director" tem dedicado mais atenção a este caso do que à esmagadora maioria dos temas ali presentes nas últimas semanas, importa clarificar que, ao dia de hoje, tais declarações não correspondem à verdade, o que de resto não causa grande surpresa. É que, e por favor corrijam-me se estiver errado, que eu não sou o tipo mais versado na área, mas até haver uma acusação ninguém é formalmente arguido e, até ao momento, tal acusação não existe, não tendo eu sequer sido notificado para prestar declarações. Tampouco sou acusado de crime algum, excepto no interior da cabeça de Ricardo Teixeira, algo que normalmente precede a eventual condição de arguido. Isto se o Ministério Público não arquivar o caso. Significa isto também que, não havendo ainda acusação do MP, ao contrário da mentira veiculada no pseudo-órgão de comunicação social, nada decorre ainda em tribunal, como é afirmado pelo indivíduo. O caso, a existir, estará a ser analisado no MP e não a "decorrer no tribunal".

Assim sendo, as três publicações sobre este estranho caso, tal como tantas outras publicadas na página Trofa Digital, são, de uma maneira geral, uma valente treta. Nada decorre no Tribunal Judicial da Comarca do Porto – Núcleo de Santo Tirso, o João Mendes não é formalmente arguido nem está acusado de coisa nenhuma e, pelo menos no primeiro caso, aquele que abre estas linhas, o processo e o texto não foram enviados para publicação na Trofa Digital. Foram publicados por Ricardo Teixeira na página Trofa Digital.

Mas, espera lá: como é que eu sei que foram publicados por Ricardo Teixeira? Simples: normalmente não seria fácil de lá chegar, mas a primeira publicação, feita pelas 13:19 do dia 11 de Janeiro foi alterada pelas 18:16h. E que alteração foi essa? Foi a marcação (ou tag) da página do ...e a Trofa é minha. E foi o próprio Ricardo Teixeira quem fez o favor de marcar a página do …e a Trofa é minha na publicação, talvez ignorando o facto de que o Facebook tem o péssimo hábito de notificar o perfil marcado pelo perfil que o marcou e não pela página de onde partiu a notificação. E quando me apercebi que a publicação sobre este alegado caso tinha sido alterada, sem que eu recebesse qualquer notificação da marcação, ou não fosse eu um dos administradores da página, a curiosidade levou-me a desbloquear o perfil de Ricardo Teixeira no Facebook e imediatamente recebi uma notificação sobre uma marcação da página do blogue. Quem marcou? Ricardo Teixeira. Que publicação é essa? A quem podem ver em cima e com mais detalhe de seguida.

Chegados aqui, e graças aos esforços de Ricardo Teixeira, fica quem acompanha este caso a conhecer novos dados. E chamo a atenção para o facto de Ricardo Teixeira, que é apresentado como “antigo director da antiga página Trofa Online”, e que não surge na ficha técnica da página Trofa Digital, ter acesso ao backoffice da página e publicar em nome dela. Quantas vezes? Não sabemos. Mas escusava de fazer esse teatro ridículo de se autocitar.

Mas uma coisa eu sei: quem não deve não teme e eu não estou minimamente preocupado em ir a tribunal, excepto pelo tempo que perderei com o processo, que nem todos podemos fazer a vida de alguns e não fazer nenhum durante todo o dia. Mas sei que terei muito para contar à juíza ou juiz que conduzir o caso e uma alargada lista de testemunhas para arrolar, que será muito interessante de ouvir. A menos que este processo seja como a publicidade da Vodafone ou como o jornalista director imaginário: não exista.

Não mais me pronunciarei sobre o conteúdo deste caso até conhecer o seu desfecho. Mas em nome da verdade, quero aqui deixar claro que as várias publicações feitas na página Trofa Digital que podem ser vistas neste texto, bem como a minha alegada condição de formalmente arguido, os crimes de que alegadamente sou acusado e o facto de o processo estar já a decorrer em tribunal não passam de mentiras de Ricardo Teixeira e da página Trofa Digital. Quanto ao processo, se ele existir, espero sinceramente que não seja arquivado. Tenho tanto para contar à justiça a este propósito que nem sei por onde começar. Será um prazer colaborar com as autoridades e entregar-lhes todos os elementos que tenho em minha posse, não só sobre a Trofa Digital mas também sobre algumas parcerias actuais e antigas. A ver vamos, se no final a justiça triunfará.

 

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João Mendes

Radicalmente contra todas as formas de instrumentalização dos recursos públicos em função dos apetites partidários e com um apetite insaciável pela desconstrução de mentiras e outros embustes que nos são diariamente oferecidos pelas elites dirigentes, a minha luta é por um concelho da Trofa mais transparente, mais íntegro e no sentido da evolução contínua, onde o poder cuja função é servir-nos pode e deve ser questionado. Das pessoas para as pessoas, sem medo nem clientelas.

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