Trofa Digital: como plagiar e censurar um peregrino a caminho do Santuário de Fátima

por João Mendes 0

A página trofense que lidera no sector da fraude pseudojornalística, dedicada ao plágio e a usurpação de conteúdos de órgãos de comunicação social a sério, enquanto se dedica afincadamente a propagandear os seus parceiros políticos locais, tal é a proximidade com as mais altas figuras que dirigem o nosso concelho, voltou a mentir aos seus leitores. Aliás, mais do que mentir, apropriou-se de conteúdos que não eram seus e apresentou-os aos seus leitores como se o fossem, algo que pode ser comprovado pela imagem em baixo. E não se ficou por aqui.

Numa publicação de 10 de Maio passado, em que alegava acompanhar peregrinos que se dirigiam para as celebrações do 13 de Maio em Fátima, a Trofa Digital apresentou uma montagem de duas fotografias, afirmando ser da sua autoria, como se pode ver nas imagens em baixo. Contudo, poucos minutos depois, um dos peregrinos que integravam o grupo que a Trofa Digital alegadamente acompanhava fez o seguinte comentário:

Perdão, Trofa Digital, a imagem e a montagem é da minha autoria :)

Perante esta reacção, o que fizeram os plagiadores de serviço da Trofa Digital? Fizeram o que sempre fazem a todo e qualquer comentário que não agrada ao chefe da coisa, e censuraram o autor da fotografia, Manuel Matos (e, suspeito eu, terão bloqueado o senhor para evitar serem confrontados com a usurpação). Assim, fácil! Será que as empresas que anunciam neste antro de aldrabices estão a par destes comportamentos abusadores? Custa-me a perceber como é que alguém se associa a isto, comprometendo a imagem pública dos seus negócios e estabelecimentos. Não devem estar a par.

Já sabíamos que a Trofa Digital plagia, censura, mente, faz passar perfis falsos de Facebook por jornalistas, inventa publicidade que não lhe é adjudicada e faz fretes a certos tiranetes do topo da cadeia alimentar do poder local trofense. E mesmo apropriar-se de conteúdos que não são seus não é novidade nenhuma. Mas andar dias a fio a alegar acompanhar uma peregrinação a Fátima, para a determinada altura usurpar um conteúdo que não é seu, e, quando confrontada com o facto, por parte do autor desse conteúdo, censurar a pessoa em causa, é obra! É preciso ter muita lata para nem um peregrino respeitar, depois de literalmente lhe roubar propriedade intelectual.

Claro que nada disto é novo. É o modus operandi deste projecto desonesto. Um projecto desonesto com estreitas ligações a pessoas no poder, não só na Câmara Municipal mas também na Assembleia Municipal, com acesso privilegiado a eventos públicos e ao gabinete de comunicação da CM da Trofa, directamente tutelado por Sérgio Humberto. E isto diz-nos muito, mesmo muito, sobre as pessoas que governam a Trofa.

 

PUBLICAÇÃO ANTES DA CENSURA:

 

PUBLICAÇÃO DEPOIS DA CENSURA

 

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João Mendes

Radicalmente contra todas as formas de instrumentalização dos recursos públicos em função dos apetites partidários e com um apetite insaciável pela desconstrução de mentiras e outros embustes que nos são diariamente oferecidos pelas elites dirigentes, a minha luta é por um concelho da Trofa mais transparente, mais íntegro e no sentido da evolução contínua, onde o poder cuja função é servir-nos pode e deve ser questionado. Das pessoas para as pessoas, sem medo nem clientelas.

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